Um crime que urge reparar

“A história de um friso em calcário brando da Batalha

A palavra reparar que encontramos no título da exposição de João Penalva no hall da Culturgest do Porto — Um crime que urge reparar —  introduz-nos, por si só, a uma polissemia: em primeiro lugar, a uma certa ideia de desaceleração — parar e reparar; por outro lado, a um sentido de uma visão segunda, mais minuciosa e perscrutadora; e ainda, a uma noção de resgate ou justiça. É nesta toada semântica, proposta pelo título, que somos convidados a entrar na mais recente operação que Penalva preparou para o famoso octógono que o arquitecto Porfírio Pardal Monteiro desenhou, no final dos anos vinte do século passado, para a sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD) do Porto.(…)”

Autor(es)
Ano 2018
Tipo Artigo electrónico
Publicação CONTEMPORÂNEA, Ed. 09 / 2018
Local Porto
Idioma Português
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