O diário gráfico como des(envolvimento) e cultura visual. O seu uso como prática na articulação e sequencialidade em artes no contexto do Colégio Novo da Maia

Esta escrita apresenta-se como uma reflexão crítica sobre uma experiência de campo, no contexto do ensino particular e cooperativo do Colégio Novo da Maia. Essa prática passa pela implementação do diário gráfico do Pré-escolar ao 3º. CEB, como instrumento ao serviço da  articulação  e  sequencialidade  em artes,  e no (des)envolvimento da cultura visual no contexto em que se insere. Deste modo, dá-se a construção de conhecimento a partir dos mundos empíricos no interior dos quais as acções são desenvolvidas e elas próprias produtoras de conhecimento, representando um desafio de cruzamento de experiências, de troca de saberes, mergulhando a sua investigação/acção em terrenos concretos onde a conflitualidade do dia-a-dia exige entendimentos e respostas. É nesta posição híbrida, aonde a escrita surge na intersecção do relato experimental e da produção de saber que ela amplia, que se irá construir a tecitura de palavras que a seguir se apresentam.

Palavras-chave: diário gráfico, cultura visual, governo de si.

Autor(es)
Ano 2012
Tipo Artigo de opinião em jornal, Artigo electrónico
Publicação Revista Imaginar , 54
Páginas 31-40
Editora Edições APECV – Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual
Ed/Org António Serafim Pereira
ISBN / ISSN 1646-6845
Idioma Português
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