Investigar em Educação Artística: a História do Presente como a possibilidade de desnaturalizar alguns lugares comuns – i2ADS

Investigar em Educação Artística: a História do Presente como a possibilidade de desnaturalizar alguns lugares comuns

O artigo pretende explorar as práticas históricas que dão forma e inteligibilidade ao presente da investigação em educação artística. A metodologia é a História do Presente. Neste sentido, a desnaturalização do discurso psicopedagógico relacionado com quem a criança é permite-nos pensar acerca de quem a criança deverá ser. Em Portugal, desde o final do século XVIII, podemos encontrar continuidades nas formas de raciocínio que enquadram a necessidade da educação artística. Numa perspetiva Foucaultiana, focaremos as tecnologias morais, disciplinares e do eu que constituem os processos de subjetivação na arena educacional. O objetivo é suspender o que é dado por adquirido como o ponto de partida da investigação. Só neste movimento de questionamento poderemos abrir alternativas para pensar as (im)possibilidades da educação artística no presente.

Palavras-chave: Educação Artística; História do Presente; Tecnologias de Subjetivação; Investigação.

Autor(es)
Ano 2012
Tipo Artigo de opinião em jornal, Artigo Electrónico
Publicação Revista Portuguesa de Educação Artística, 2
Páginas 119-134