INTERCEPÇÃO IMPROVÁVEL

INTERCEPÇÃO IMPROVÁVEL
Faculdade de Direito e Faculdade de Belas Artes da U. P.

Dias 11 e 12 de Abril de 2013, na Prisão Simulada da Faculdade de Direito, das 11 às 19 h

Projecto de Alexandra Pinheiro, Alícia Moreira, António Ataíde, Catarina Magalhães, César Rodrigues, David Ferreira, Diana Queirós, Francisco Laranjeira, Inês Coimbra, João Santos, Mariana Carrilho, Marta Rodrigues, Nicole Tsangaris, Patrícia Rente , Patrícia Silva, Paulo Osório

André Lamas Leite, Carla Cardoso, Cristina Mateus, Maria Raquel Guimarães, Pedro Almeida (Coord.)

O espaço de reclusão, ainda que experimental, encontra-se na confluência de múltiplos olhares e de variadas áreas do Saber. A prisão é, para a ciência mas também para a arte, um objecto de análise, externo, criativo ou não, um ponto de partida ou um ponto de chegada. Configura uma hipótese. Mas uma hipótese teórica, improvável. Tão improvável como a intercepção da ciência e da arte.

No âmbito de protocolo celebrado entre a FDUP e a FBAUP, a realização de um congresso internacional de Criminologia foi o mote de um encontro entre alunos de Direito, Criminologia e Belas Artes, com o objetivo de ativarem o espaço de duas celas destinadas à investigação científica, existentes na Escola de Criminologia.

Através de práticas artísticas diversas (vídeo, instalação, performance), pretende-se refletir sobre o sentido da privação da liberdade, os sentimentos experimentados, o modo como a identificação do criminoso “alienus” é uma constante histórica. O interior e o exterior, as formas subliminares como a liberdade vai sendo cerceada na dita “pós-modernidade”, mais parecendo existirem “prisões” plurissignificativas e não uma única “prisão”, são ainda temas relevantes neste projeto.

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